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Saúde de cachorros


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Beagle: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Beagle: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Um tipo de cão ideal para apartamentos, devido ao seu pequeno porte, e carismático — tornando-o um dos favoritos da criançada —, o beagle é unanimidade, praticamente. Tudo por conta de sua natural simpatia e disposição plena para brincadeiras.

Com isso, essa raça de origem inglesa tem tudo para ser a companhia ideal. E, para reforçar as certezas de sua decisão, neste post vamos entender quem é o beagle, suas origens e características e, também, os principais cuidados com essa raça tão querida.

Confira, e aprenda, conosco, tudo o que você tem que saber a respeito de um beagle!

A origem do beagle

Oriundo dos hounds ingleses, o beagle pode surpreender os seus tutores quando mostra um apurado faro investigativo — o que torna as brincadeiras de esconder objetos sempre divertida. Mas isso tem explicação: ele foi originariamente utilizado como um cão de caça, para farejar e buscar lebres e até mesmo veados e cervos.

A origem do nome, entretanto, tem mais a ver com o seu porte: uma referência ao seu diminuto tamanho, que foi moldado ao longo dos séculos com o cruzamento entre eles e os galgos. Assim, privilegiou-se a velocidade da espécie, e não a sua estatura.

Já em meados do século 17 a raça moderna de beagle, como conhecemos, era costumeira na Inglaterra. O destaque fica para o ano de 1830, quando o reverendo Phillip Honeywood foi pioneiro na elaboração de um criadouro da raça. Algo que não tardou em proliferar para outras regiões, contribuindo para a sua posterior popularização global.

As características do beagle

O beagle que ganhou destaque europeu e, depois, ao redor do mundo é caracterizado por:

  •   Tamanho pequeno;
  •   Focinho curto, com nariz largo;
  •   Olhos redondos, grandes e escuros;
  •   Pelo liso e curto;
  •   Orelhas compridas;
  •   Prevalência de três cores na pelagem: preto, branco e marrom.

Vale destacar que a cor da pelagem é distinta, formulada em diferentes combinações. Isso traz também boa dose de versatilidade na beleza dessa raça. Além disso, possuem uma saúde relativamente boa, com expectativa de vida em torno de 12 a 15 anos.

Conheça mais a respeito da personalidade do beagle

Embora seja tradicionalmente um cão de caça, o beagle é dotado de uma simpatia sem igual. E, melhor: as características herdadas se converteram em um poderoso olfato que o torna uma inestimável companhia e auxílio fundamental para caçar objetos perdidos.

Além disso, são eternamente joviais e muito enérgicos e inteligentes. Sabem demonstrar suas emoções e não abrem mão de uma boa sessão de mimos e carinhos.

Fica como pontos de atenção a sua tendência a travessuras — especialmente, quando filhotes. Embora pareçam tranquilos, quando não são bem disciplinados podem ser comparados a pequenos tornados no interior da casa se deixados sozinhos.

Além disso, toda essa energia deve ser amplamente compensada. Por isso, uma boa rotina de passeios é fundamental — caso não consiga, convém analisar a contratação dos serviços de dog walkers.

Cuidados específicos com o beagle

Como dissemos, a saúde do beagle, em geral, é ótima. Só que ele não se diferencia tanto assim de outras raças, que possuem condições específicas.

No caso dessa simpática raça podemos destacar os seguintes problemas como os mais comuns:

  •   Epilepsia;
  •   Problemas neurológicos;
  •   Displasia dos quadris;
  •   Disfunções da tireóide.

Para tanto, é sempre importante contar com visitas periódicas ao veterinário — quem sabe, para pensar em uma alimentação especial para o cãozinho. Assim, a saúde do seu beagle estará sob contínuo monitoramente, ajudando na prevenção de qualquer tipo de problema.

E, como estamos falando em evitar problemas, não deixe de conferir também as nossas dicas para um banho e tosa eficiente e tranquilo para os seus animais!

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Boston Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Boston Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Será que o Boston Terrier é o cão certo para você? Essa raça adapta-se bem a espaços pequenos e pode ser uma boa opção para quem mora em apartamento.

Saiba tudo sobre esta raça

 

O cachorro da raça Boston Terrier é conhecido por sua cara “fofinha”. Tem as orelhas levantadas, em estado sempre de alerta. Seu focinho dá a impressão de ser sempre caído, deixando a fisionomia do cão mais encantadora.

 

Raça: Boston Terrier

 

Com relação à origem da raça, há dúvidas. Muitos dizem que o cão foi gerado pelo cruzamento de dois cães britânicos, já outros acreditam ser uma raça essencialmente americana. As suposições apontam para o cruzamento de raças como Buldogue Inglês e Francês, Pit Bull Terrier, Bull Terrier com Buldogues, White English Terrier ou Boxer.

 

Informações da raça Boston Terrier

– Altura: 38.1-43 cm

– Peso: 4.5-11.3 kg

– Porte: médio

– Padrão da Raça: CBCK

– Grupo: Grupo 9 – Classificado como Cães de Companhia

– Cores: preto e branco; marrom e branco; tigrado e branco; e avermelhado e branco (raro).

– Pelos: curtos

– Expectativa de vida: 13 a 15 anos

– Filhotes: aproximadamente 4 filhotes por ninhada

– Personalidade: Brincalhão

– Relacionamentos: Excelente

– Ambiente: Esta raça é para ficar dentro de casa, pois é bem apegada aos donos e sensível a temperaturas extremas.

 

Principais características do Boston Terrier

 

Eles têm as orelhas bem pontudas, cabeças e olhos grandes, focinho curto e escuro. Ele se adapta facilmente, é companheiro, carinhoso, receptivo e atleta. Seu corpo é mais curto e fortinho. Adoram seus donos e são bem brincalhões. Quando irritados, não são agressivos, apenas saem de onde estão. É um cão bem família, que se dá bem com crianças, idosos, cães e visitas.

 

Doenças comuns

 

Por ser um cãozinho considerado braquicefálico, o Boston Terrier precisa de alguns cuidados. Cães como ele, que apresentam a cara achatada, deixando seu focinho mais curto, têm mais dificuldades na respiração.

 

Temperaturas de muito calor ou frio não agradam a raça. Eles roncam bastante e, por conta dos olhos mais expostos e grandes, é comum terem doenças como úlcera de córnea e catarata. Além disso, problemas na patela também são vistos com frequência. Luxação ou ruptura de ligamentos são comuns.

 

Alguns cães da raça precisam enfrentar a surdez ou problemas com a cauda. Caso ela seja para dentro ou muito enrolada, pode ocasionar infecções sérias no local, além de muita dor. É importante manter sempre limpa a área e ficar atento, pois em casos extremos é necessário amputação.

Banho e Tosa

 

É considerada uma raça limpa, cheirosa e fácil de manter, graças ao seu pelo curto. Com relação à tosa, é necessária pouca manutenção e não são de deixarem muitos pelos espalhados pela casa.

 

É importante sempre deixar seu rosto bem limpinho, com pano umedecido e depois secá-lo.

 

Cuidados com os pelos

 

Por terem pelos curtos e finos, não há grandes problemas. Sua pelagem é mais lisinha e o único cuidado é escová-la sempre.

Boston Terrier filhote: Como cuidar

 

Os cuidados não são muitos. Apenas não deixe ele fora de casa em temperaturas muito extremas, não fale grosso ou grite, pois ficam tristes facilmente. Dê bastante atenção e carinho, eles adoram. Além disso, a manutenção com banhos e tosa é fácil. Os pelos não dão muito problema.

Como ensinar o cachorro filhote a fazer xixi e suas necessidades no lugar certo

Alimentação

 

Os cachorros dessa raça costumam consumir, aproximadamente, 120 a 180 g diários de ração.

 

Boston Terrier filhote: Como adestrar

É importante adestrá-los, principalmente os machos. Eles costumam ser menos sociáveis a outros cães e são bastante territorialistas. A notícia boa é que eles aprendem rápido, adoram agradar os donos e ter atenção. São sensíveis e adoram fazer cara de triste. É importante adestrá-los com incentivos positivos ao invés de broncas severas.

Boston Terrier filhote: Preços

 

Os preços giram em torno de R$4.500 a R$7.000.

 

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Buldogue inglês: Absolutamente Tudo Sobre a Raça Desse Cachorro

Buldogue inglês: Absolutamente Tudo Sobre a Raça Desse Cachorro


Você já deve ter visto e se encantado com o carisma rabugento de um buldogue inglês, não é mesmo? O fato é que mais pessoas têm demonstrado interesse em ter um companheiro desses em casa e, antes de tomar tal decisão, é fundamental conhecer o perfil do cachorro.

E, ao longo deste post, é exatamente o que faremos. Nas próximas linhas vamos entender mais a respeito do perfil do buldogue inglês, suas características e os devidos cuidados a serem tomados de acordo com as necessidades dessa raça tão popular. Confira!

Origem do buldogue inglês

Os ancestrais dessa ração tão querida são os Mastins, que eram utilizados por famílias inglesas como auxiliares no controle do gado. Por meio de alguns cruzamentos entre representantes da raça, o buldogue inglês foi aparecendo com mais frequência nos lares da terra da Rainha — já sem o ímpeto rural e predador dos Mastins.

Por outro lado, o que se percebeu em comum no buldogue inglês foi um comportamento teimoso, em sua maioria, mas com grande sensibilidade e muito brincalhão. Ele não é agressivo, mas mantém de seus ancestrais aquele caráter observador, atento a tudo.

Aparência do buldogue inglês

Para crianças é uma companhia como poucos cães, pois é paciente e sabe dosar a sua força ao brincar com elas. Ainda mais tendo em vista que o buldogue inglês pode crescer desproporcionalmente, até, com uma cabeça grande — comparada ao resto do corpo — e pernas curtas, mas musculosas. Outras características físicas do buldogue inglês:

  •   Pele solta e bastante enrugada;
  •   Focinho curto e largo;
  •   Cauda curta e inclinada para baixo.

Suas cores, embora sejam sólidas, podem ser mescladas entre o branco, o manchado e o tigrado.

A saúde e os cuidados a se ter com o buldogue inglês

É de se avaliar que o buldogue, em geral, é uma raça que demanda muita atenção de seus donos. A começar pelos cuidados com a sua pele: por conta das rugas, a higienização deve ser feita diariamente para evitar irritações na pele do animalzinho de estimação.

Além disso, o buldogue inglês demanda atenção cotidiana para a realização de exercícios. Primeiramente, para desenvolver a musculatura, mas também para o aprimoramento de sua capacidade respiratória — dificultada pelo formato do focinho. Evite excessos, entretanto, porque a exposição prolongada ao calor faz mal à raça.

Entre os cuidados relacionados à saúde do buldogue inglês apontamos a ocorrência de certas anomalias hereditárias e congênitas que pode surgir, como:

  •   Fenda palatina;
  •   Displasia coxofemural;
  •   Claudicação nas pernas dianteiras;
  •   Entrópio e ectrópio;
  •   Dermatites;
  •   Obstrução das narinas (estenose);
  •   Alongamento do palato.

É possível, então, que você tenha que arcar com a manutenção da saúde do buldogue inglês com mais frequência do que faria com outras raças.

Conclusões sobre o buldogue inglês

É válido equilibrar na balança o que você procura em um companheiro antes de adquirir um buldogue inglês. Como falamos, é um animal dócil e que se adapta facilmente a casas e apartamentos, bem como à chegada de crianças no lar.

Além disso, acompanham os hábitos da família com quem vivem e não exigem muito trabalho para se exercitarem — ainda que a atividade deva ser realizada diariamente. Por outro lado, uma série de complicações hereditárias, entre outras condições de saúde, são frequentes.

Assim, o buldogue inglês pode render boa parte do tempo em visitas ao veterinário e na aplicação de medicamentos para controlar eventuais problemas de saúde. Por isso, certifique-se de que você e sua família estão cientes disso e que vão cuidar do seu buldogue inglês da melhor maneira possível.

E, como falamos a respeito da saúde do seu animal de estimação e os cuidados a serem tomados, não deixe de conferir outro artigo nosso que trata de um assunto pouco conhecido: você sabia que os cães também sofrem micose?

 

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Banho e Tosa: Cuidados Essenciais


Cada vez mais nos preocupamos em oferecer o melhor para nossos pets, especialmente cães e gatos, e por isso, criamos o hábito de levá-los a estabelecimentos veterinários ou simples pet shops para cuidados de banho e higiene de forma rotineira.

Assim, hoje vamos discorrer um pouco sobre cuidados que devemos ter ao escolher o local do banho e tosa que levaremos nosso cão ou gato, e como ficar atentos para evitar problemas graves que podem ocorrer durante o banho, muitas vezes podendo levar nosso melhor amigo a desenvolver complicações que podem evoluir para óbito.

Estresse

A primeira coisa que vamos considerar é que o ambiente do banho e tosa já é um fator de estresse para os animais desencadeando medo, ansiedade e até agressividade para alguns deles.

Na maioria das vezes, esse estresse é imperceptível aos olhos do responsável pelo animal, e até mesmo para o tosador ou banhista. Mas com certeza ocorrem alterações fisiológicas que podem ser relevantes e trazer consequências graves. Independente da raça, idade ou sexo, cães e gatos de pequeno porte são os clientes potenciais de banho e tosa, e por sua vez são bastante agitados por natureza. Não podemos esquecer os cães e gatos braquicefálicos como os da raça Bulldog inglês ou francês, Boxer, Pequinês, Lhasa apso, Shih tzu, gatos da raça Persa e Himalaio, dentre outros. Os animais braquicefálicos apresentam alterações anatômicas das vias aéreas superiores, e por isso, ficam mais suscetíveis ao estresse no banho e tosa e às temperaturas mais altas que muitas vezes estão presentes nesse ambiente, o que dificulta sua respiração podendo causar parada cardiorrespiratoria em pouco tempo durante o procedimento.

 

De forma geral, por mais carinhoso e delicado que seja o banhista e/ou tosador, devemos levar em consideração que as altas temperaturas das salas do banho e tosa, somadas ao estresse do ambiente diferente, pessoas estranhas, muitos animais agitados agrupados numa mesma sala são os principais fatores que desencadeiam alterações comportamentais e fisiológicas, tais como: agressividade, medo, aumento de frequência cardíaca e respiratória, cianose de mucosas (especialmente na cavidade oral, observa-se coloração da mucosa arroxeada ou azulada), perda momentânea de consciência, fraqueza generalizada, pré sincopes e síncopes (desmaios) que muitas vezes antecedem a parada cardiorrespiratoria. Esses animais acabam desenvolvendo edema pulmonar “por esforço” e hemorragia antes de vir a óbito.

 

Portanto, é muito importante que você escolha um local de sua confiança, onde além da limpeza, carisma e competência do tosador, você tenha segurança da experiência que o profissional tem para reconhecer esses sintomas e chamar o médico veterinário responsável pelo local o mais rápido possível, para que ele realize o tratamento suporte adequado de acordo com o quadro apresentado pelo paciente, ou as manobras de reanimação cardiopulmonar se necessário. Apenas reforçando, é bastante importante que você verifique se o estabelecimento tem médico veterinário para atuar diante de emergências. Infelizmente, existem vários pet shops que não têm um profissional da área da saúde veterinária, e nesse caso, o tosador pouco poderá fazer pelo paciente que está com risco de óbito.

 

Alguns animais com doenças pré existentes devem ter atenção ainda maior, pois podem descompensar durante o banho mais facilmente, principalmente animais cardiopatas, diabéticos, epiléticos, com discopatias (doenças da coluna), sendo estes apenas alguns exemplos.

 

Vale a pena conversar com o tosador responsável para alertá-lo da sua preocupação em relação ao estresse que seu animal pode sofrer durante o banho e tosa, assim, ele tomará alguns cuidados para minimizar possíveis problemas, e ficará atento à temperatura da sala e da água, aos barulhos excessivos dos animais e do secador, à manipulação do animal que poderá ser mais cuidadosa para assustá-lo o mínimo possível.

 

Como dicas essenciais, além das que já passamos em relação à escolha do local adequado, procure levar seu bichano ao banho e tosa nos horários mais frescos do dia, e nos horários mais tranquilos no estabelecimento, dias com agenda mais vazia. Assim, você vai minimizar o estresse que seu melhor amigo pode sofrer durante o banho, que parece um procedimento tão inofensivo, mas que exige os cuidados citados acima para preservar a saúde e bem estar dos nossos cães e gatos.

 

CUIDE COM CARINHO E RESPONSABILIDADE DE QUEM VOCÊ AMA E SEJA MAIS FELIZ!!!

 

Dra Patrícia Moraes

 

Hospital Veterinário Paes de Barros

 

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Banho terapêutico é tratamento ideal para cães que sofrem com dermatite alérgica

Banho terapêutico é tratamento ideal para cães que sofrem com dermatite alérgica


Muito mais comum no verão, a dermatite alérgica pode aborrecer os donos de cães em qualquer época do ano. Caracterizada por feridas na pele, com muita coceira, dor e incômodo no local, as dermatites desse tipo são, como as alergias em humanos, uma resposta do sistema imunológico do pet a alguma substância específica.

No artigo de hoje vamos explicar como as dermatites alérgicas são desenvolvidas e quais são os melhores tratamentos que o mercado tem hoje à disposição do seu pet. Confira:

O que é a dermatite alérgica em cães

As dermatites alérgicas em cães podem ser causadas por insetos, como pulgas e carrapatos, por parasitas, como fungos ou bactérias, produtos de limpeza utilizados dentro de casa, principalmente em pisos e revestimentos, e até mesmo por alguns tipos tecidos. Assim como nós, os cachorros também podem desenvolver alergias como reação à alguns tipos específicos de plantas, alimentos e até medicamentos.

Os principais sintomas são: coceira, perda de pelos, machucados, inflamações na pele, ardor e incômodo no local. Cães que apresentam uma secreção excessiva nos olhos e inflamações recorrentes no ouvido também podem estar apresentando sinais de dermatite.

Em geral, as dermatites alérgicas em cães são predispostas geneticamente, ou seja, podem ser mais frequentes em umas raças do que em outras. As raças que apresentam maior incidência de dermatite alérgica são as seguintes:

Shitsu;

Lhasa;

Golden Retriever;

Labrador;

Pug;

Boxer;

Dálmata;

Chow-chow;

Pastor Alemão;

Sharpei,

Terriers (West Highland White Terrier, Yorkshire Terrier).

Bulldog Inglês;

Bulldog Francês.

Em geral, as raças mais peludas também são as mais propensas, pois os pelos deixam a pele mais seca e, consequentemente, mais sensível à partícula ou substância que causa alergia no animal.

Além disso, o quadro acomete com mais frequência os cães mais novos do que os mais velhos, principalmente entre o primeiro e o terceiro ano de vida.

Como tratar a dermatite alérgica em cães

Dependendo da causa da dermatite e do grau da alergia, um tratamento tópico com pomadas e antialérgicos de via oral podem ser recomendados pelo seu veterinário de confiança. Também é importante, caso o profissional ache necessário, recolher uma raspagem da pele e dos pelos do local afetado para enviar à um laboratório especializado e confirmar com mais segurança a origem da alergia.

Além das aplicações de pomada e medicamentos, um tratamento que têm apresentado excelentes resultados são os banhos terapêuticos com produtos naturais e fitoterápicos, que acalmam a pele e aliviam a coceira.

Esses banhos são diferentes dos tradicionais de pet shop pois utilizam elementos especiais que higienizam e cicatrizam a pele, acelerando a regeneração dos pelos. Entre as linhas mais indicadas, as formuladas com Própolis Verde são ideias para esses banhos, uma vez que possuem vitaminas, minerais, flavonóides e flavonas em sua composição, que auxiliam o fortalecimento do sistema imunológico do animal.

Além disso, a Própolis Verde mantém a população do ácaro Demodex canis sob controle. Além do shampoo e condicionador, a marca Propovets® fabrica um gel regenerador e uma loção antisséptica natural. O gel regenerador quando aplicado no machucado, feridas e cortes pós-cirúrgicos, forma em poucos minutos uma película, protegendo a lesão de bactérias oportunistas e impede que a lambedura do animal anule o seu efeito. A loção antisséptica natural é ideal para ser aplicada diretamente sobre as feridas do seu pet para a higienização, e também para fazer a assepsia das patas depois de passear com seu pet na rua.

Como prevenir a dermatite alérgica em cães

Inclua na sua rotina de cuidados uma inspeção cuidadosa da pele e dos pelos do seu animal, principalmente nas patas, nos olhos e nas orelhas. Qualquer sinal de coceira ou perda de pelos indica a necessidade de uma visita ao veterinário para um check up mais completo.

No verão, reforce o método anti pulgas e carrapatos escolhido por você e sua família, pois é a época em que pequenos animais como pulgas e carrapatos se proliferam com mais facilidade. Os carrapatos são ainda mais perigosos, uma vez que determinadas espécies, como o carrapato estrela, podem ser extremamente perigosos para a saúde do seu animal.

Caso o seu pet shop não possua a linha de produtos para o tratamento com Própolis Verde, vale a pena complementar os banhos em pet shops com banhos terapêuticos feitos em casa. Além de proteger o seu pet e deixa-lo mais saudável, o banho ajuda a fortalecer o vínculo entre você e o seu cachorro.

Conheça a linha completa dos produtos Propovets ® e descubra como tornar a vida do seu melhor amigo ainda mais confortável!

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Anemia Canina: Cuidados necessários com um cão anêmico

Anemia Canina: Cuidados necessários com um cão anêmico


Recebeu o diagnóstico de anemia após um check up do seu cãozinho e não sabe o que fazer? Fique tranquilo: a anemia é uma doença que tem cura e seu quadro pode ser facilmente revertido após alguns cuidados especiais, tratamentos, mudanças na alimentação e acompanhamento do seu médico veterinário de confiança.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre o que é a anemia canina, quais são seus principais sintomas, quais as causas mais comuns e quais os principais tratamentos para que seu cão volte a ter uma saúde de ferro. Boa leitura!

O que é a anemia canina e como ela se manifesta?

A anemia é um quadro caracterizado por uma diminuição do número de células vermelhas no sangue do nosso cão ou por uma deficiência encontrada nessas mesmas células. O quadro da anemia é caracterizado por uma fraqueza constante, perda de apetite, perda de peso, olhos, mucosas e goma pálidos, indisposição para passeios e esportes, urina mais escura, e um semblante mais triste do que o normal.

No entanto, a anemia só pode ser verificada após um exame clínico com coleta de sangue do animal. Os dois principais tipos de exames clínicos são os que avaliam a quantidade de glóbulos vermelhos por litro de sangue e os que avaliam a qualidade dos glóbulos presentes na corrente sanguínea do cão.

Quais são as principais causas do quadro de anemia em cães?

São muitas as causas de anemias caninas. Entre as principais estão: doenças do sangue, ingestão de venenos, intoxicação com plantas e flores, infestações de carrapatos, hemorragias causadas por acidentes e cirurgias, doença renal crônica e má alimentação. Antes de iniciar o tratamento, é preciso antes isolar ou tratar a causa do quadro anêmico.

Quais são os tratamentos mais comuns para cães com anemia?

A principal mudança na rotina do animal é a dieta, que vai precisar incluir vitaminas e suplementos de ferro necessários para a produção de novas células vermelhas. Um aumento do consumo de proteínas e vitamina B12 também pode ser indicado, o que pode significar que, pelo menos durante o tratamento, você tenha que cozinhar um pouco de comida caseira para complementar a ração.

No caso de anemias provocadas por hemorragias ou intoxicação e/ou envenenamento, a transfusão de sangue pode ser necessária. Já para cães que apresentam anemia como causa de glóbulos vermelhos disformes ou com má formação pode até ser indicada uma transfusão da medula óssea.

O tratamento só acaba após um exame de sangue que comprove que a concentração ou qualidade dos glóbulos vermelhos do sangue do seu cão voltaram aos padrões considerados saudáveis.

A anemia é uma doença muito séria e que pode sim comprometer a saúde do seu cão, levando-o a óbito. Por isso a importância de fazer exames regularmente e de nunca pular o check up anual com o seu médico veterinário.

Desconfiado de que seu cão pode estar sofrendo de intoxicação? Confira quais os principais sintomas da intoxicação em cães e gatos e quais são os primeiros socorros necessários aqui!

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