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Saúde de cachorros


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Buldogue inglês: Absolutamente Tudo Sobre a Raça Desse Cachorro

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Você já deve ter visto e se encantado com o carisma rabugento de um buldogue inglês, não é mesmo? O fato é que mais pessoas têm demonstrado interesse em ter um companheiro desses em casa e, antes de tomar tal decisão, é fundamental conhecer o perfil do cachorro.

E, ao longo deste post, é exatamente o que faremos. Nas próximas linhas vamos entender mais a respeito do perfil do buldogue inglês, suas características e os devidos cuidados a serem tomados de acordo com as necessidades dessa raça tão popular. Confira!

Origem do buldogue inglês

Os ancestrais dessa ração tão querida são os Mastins, que eram utilizados por famílias inglesas como auxiliares no controle do gado. Por meio de alguns cruzamentos entre representantes da raça, o buldogue inglês foi aparecendo com mais frequência nos lares da terra da Rainha — já sem o ímpeto rural e predador dos Mastins.

Por outro lado, o que se percebeu em comum no buldogue inglês foi um comportamento teimoso, em sua maioria, mas com grande sensibilidade e muito brincalhão. Ele não é agressivo, mas mantém de seus ancestrais aquele caráter observador, atento a tudo.

Aparência do buldogue inglês

Para crianças é uma companhia como poucos cães, pois é paciente e sabe dosar a sua força ao brincar com elas. Ainda mais tendo em vista que o buldogue inglês pode crescer desproporcionalmente, até, com uma cabeça grande — comparada ao resto do corpo — e pernas curtas, mas musculosas. Outras características físicas do buldogue inglês:

  •   Pele solta e bastante enrugada;
  •   Focinho curto e largo;
  •   Cauda curta e inclinada para baixo.

Suas cores, embora sejam sólidas, podem ser mescladas entre o branco, o manchado e o tigrado.

A saúde e os cuidados a se ter com o buldogue inglês

É de se avaliar que o buldogue, em geral, é uma raça que demanda muita atenção de seus donos. A começar pelos cuidados com a sua pele: por conta das rugas, a higienização deve ser feita diariamente para evitar irritações na pele do animalzinho de estimação.

Além disso, o buldogue inglês demanda atenção cotidiana para a realização de exercícios. Primeiramente, para desenvolver a musculatura, mas também para o aprimoramento de sua capacidade respiratória — dificultada pelo formato do focinho. Evite excessos, entretanto, porque a exposição prolongada ao calor faz mal à raça.

Entre os cuidados relacionados à saúde do buldogue inglês apontamos a ocorrência de certas anomalias hereditárias e congênitas que pode surgir, como:

  •   Fenda palatina;
  •   Displasia coxofemural;
  •   Claudicação nas pernas dianteiras;
  •   Entrópio e ectrópio;
  •   Dermatites;
  •   Obstrução das narinas (estenose);
  •   Alongamento do palato.

É possível, então, que você tenha que arcar com a manutenção da saúde do buldogue inglês com mais frequência do que faria com outras raças.

Conclusões sobre o buldogue inglês

É válido equilibrar na balança o que você procura em um companheiro antes de adquirir um buldogue inglês. Como falamos, é um animal dócil e que se adapta facilmente a casas e apartamentos, bem como à chegada de crianças no lar.

Além disso, acompanham os hábitos da família com quem vivem e não exigem muito trabalho para se exercitarem — ainda que a atividade deva ser realizada diariamente. Por outro lado, uma série de complicações hereditárias, entre outras condições de saúde, são frequentes.

Assim, o buldogue inglês pode render boa parte do tempo em visitas ao veterinário e na aplicação de medicamentos para controlar eventuais problemas de saúde. Por isso, certifique-se de que você e sua família estão cientes disso e que vão cuidar do seu buldogue inglês da melhor maneira possível.

E, como falamos a respeito da saúde do seu animal de estimação e os cuidados a serem tomados, não deixe de conferir outro artigo nosso que trata de um assunto pouco conhecido: você sabia que os cães também sofrem micose?

 

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Beagle: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Beagle: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Um tipo de cão ideal para apartamentos, devido ao seu pequeno porte, e carismático — tornando-o um dos favoritos da criançada —, o beagle é unanimidade, praticamente. Tudo por conta de sua natural simpatia e disposição plena para brincadeiras.

Com isso, essa raça de origem inglesa tem tudo para ser a companhia ideal. E, para reforçar as certezas de sua decisão, neste post vamos entender quem é o beagle, suas origens e características e, também, os principais cuidados com essa raça tão querida.

Confira, e aprenda, conosco, tudo o que você tem que saber a respeito de um beagle!

A origem do beagle

Oriundo dos hounds ingleses, o beagle pode surpreender os seus tutores quando mostra um apurado faro investigativo — o que torna as brincadeiras de esconder objetos sempre divertida. Mas isso tem explicação: ele foi originariamente utilizado como um cão de caça, para farejar e buscar lebres e até mesmo veados e cervos.

A origem do nome, entretanto, tem mais a ver com o seu porte: uma referência ao seu diminuto tamanho, que foi moldado ao longo dos séculos com o cruzamento entre eles e os galgos. Assim, privilegiou-se a velocidade da espécie, e não a sua estatura.

Já em meados do século 17 a raça moderna de beagle, como conhecemos, era costumeira na Inglaterra. O destaque fica para o ano de 1830, quando o reverendo Phillip Honeywood foi pioneiro na elaboração de um criadouro da raça. Algo que não tardou em proliferar para outras regiões, contribuindo para a sua posterior popularização global.

As características do beagle

O beagle que ganhou destaque europeu e, depois, ao redor do mundo é caracterizado por:

  •   Tamanho pequeno;
  •   Focinho curto, com nariz largo;
  •   Olhos redondos, grandes e escuros;
  •   Pelo liso e curto;
  •   Orelhas compridas;
  •   Prevalência de três cores na pelagem: preto, branco e marrom.

Vale destacar que a cor da pelagem é distinta, formulada em diferentes combinações. Isso traz também boa dose de versatilidade na beleza dessa raça. Além disso, possuem uma saúde relativamente boa, com expectativa de vida em torno de 12 a 15 anos.

Conheça mais a respeito da personalidade do beagle

Embora seja tradicionalmente um cão de caça, o beagle é dotado de uma simpatia sem igual. E, melhor: as características herdadas se converteram em um poderoso olfato que o torna uma inestimável companhia e auxílio fundamental para caçar objetos perdidos.

Além disso, são eternamente joviais e muito enérgicos e inteligentes. Sabem demonstrar suas emoções e não abrem mão de uma boa sessão de mimos e carinhos.

Fica como pontos de atenção a sua tendência a travessuras — especialmente, quando filhotes. Embora pareçam tranquilos, quando não são bem disciplinados podem ser comparados a pequenos tornados no interior da casa se deixados sozinhos.

Além disso, toda essa energia deve ser amplamente compensada. Por isso, uma boa rotina de passeios é fundamental — caso não consiga, convém analisar a contratação dos serviços de dog walkers.

Cuidados específicos com o beagle

Como dissemos, a saúde do beagle, em geral, é ótima. Só que ele não se diferencia tanto assim de outras raças, que possuem condições específicas.

No caso dessa simpática raça podemos destacar os seguintes problemas como os mais comuns:

  •   Epilepsia;
  •   Problemas neurológicos;
  •   Displasia dos quadris;
  •   Disfunções da tireóide.

Para tanto, é sempre importante contar com visitas periódicas ao veterinário — quem sabe, para pensar em uma alimentação especial para o cãozinho. Assim, a saúde do seu beagle estará sob contínuo monitoramente, ajudando na prevenção de qualquer tipo de problema.

E, como estamos falando em evitar problemas, não deixe de conferir também as nossas dicas para um banho e tosa eficiente e tranquilo para os seus animais!

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Boston Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Boston Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Será que o Boston Terrier é o cão certo para você? Essa raça adapta-se bem a espaços pequenos e pode ser uma boa opção para quem mora em apartamento.

Saiba tudo sobre esta raça

 

O cachorro da raça Boston Terrier é conhecido por sua cara “fofinha”. Tem as orelhas levantadas, em estado sempre de alerta. Seu focinho dá a impressão de ser sempre caído, deixando a fisionomia do cão mais encantadora.

 

Raça: Boston Terrier

 

Com relação à origem da raça, há dúvidas. Muitos dizem que o cão foi gerado pelo cruzamento de dois cães britânicos, já outros acreditam ser uma raça essencialmente americana. As suposições apontam para o cruzamento de raças como Buldogue Inglês e Francês, Pit Bull Terrier, Bull Terrier com Buldogues, White English Terrier ou Boxer.

 

Informações da raça Boston Terrier

– Altura: 38.1-43 cm

– Peso: 4.5-11.3 kg

– Porte: médio

– Padrão da Raça: CBCK

– Grupo: Grupo 9 – Classificado como Cães de Companhia

– Cores: preto e branco; marrom e branco; tigrado e branco; e avermelhado e branco (raro).

– Pelos: curtos

– Expectativa de vida: 13 a 15 anos

– Filhotes: aproximadamente 4 filhotes por ninhada

– Personalidade: Brincalhão

– Relacionamentos: Excelente

– Ambiente: Esta raça é para ficar dentro de casa, pois é bem apegada aos donos e sensível a temperaturas extremas.

 

Principais características do Boston Terrier

 

Eles têm as orelhas bem pontudas, cabeças e olhos grandes, focinho curto e escuro. Ele se adapta facilmente, é companheiro, carinhoso, receptivo e atleta. Seu corpo é mais curto e fortinho. Adoram seus donos e são bem brincalhões. Quando irritados, não são agressivos, apenas saem de onde estão. É um cão bem família, que se dá bem com crianças, idosos, cães e visitas.

 

Doenças comuns

 

Por ser um cãozinho considerado braquicefálico, o Boston Terrier precisa de alguns cuidados. Cães como ele, que apresentam a cara achatada, deixando seu focinho mais curto, têm mais dificuldades na respiração.

 

Temperaturas de muito calor ou frio não agradam a raça. Eles roncam bastante e, por conta dos olhos mais expostos e grandes, é comum terem doenças como úlcera de córnea e catarata. Além disso, problemas na patela também são vistos com frequência. Luxação ou ruptura de ligamentos são comuns.

 

Alguns cães da raça precisam enfrentar a surdez ou problemas com a cauda. Caso ela seja para dentro ou muito enrolada, pode ocasionar infecções sérias no local, além de muita dor. É importante manter sempre limpa a área e ficar atento, pois em casos extremos é necessário amputação.

Banho e Tosa

 

É considerada uma raça limpa, cheirosa e fácil de manter, graças ao seu pelo curto. Com relação à tosa, é necessária pouca manutenção e não são de deixarem muitos pelos espalhados pela casa.

 

É importante sempre deixar seu rosto bem limpinho, com pano umedecido e depois secá-lo.

 

Cuidados com os pelos

 

Por terem pelos curtos e finos, não há grandes problemas. Sua pelagem é mais lisinha e o único cuidado é escová-la sempre.

Boston Terrier filhote: Como cuidar

 

Os cuidados não são muitos. Apenas não deixe ele fora de casa em temperaturas muito extremas, não fale grosso ou grite, pois ficam tristes facilmente. Dê bastante atenção e carinho, eles adoram. Além disso, a manutenção com banhos e tosa é fácil. Os pelos não dão muito problema.

Como ensinar o cachorro filhote a fazer xixi e suas necessidades no lugar certo

Alimentação

 

Os cachorros dessa raça costumam consumir, aproximadamente, 120 a 180 g diários de ração.

 

Boston Terrier filhote: Como adestrar

É importante adestrá-los, principalmente os machos. Eles costumam ser menos sociáveis a outros cães e são bastante territorialistas. A notícia boa é que eles aprendem rápido, adoram agradar os donos e ter atenção. São sensíveis e adoram fazer cara de triste. É importante adestrá-los com incentivos positivos ao invés de broncas severas.

Boston Terrier filhote: Preços

 

Os preços giram em torno de R$4.500 a R$7.000.

 

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Anemia Canina: Cuidados necessários com um cão anêmico

Anemia Canina: Cuidados necessários com um cão anêmico


Recebeu o diagnóstico de anemia após um check up do seu cãozinho e não sabe o que fazer? Fique tranquilo: a anemia é uma doença que tem cura e seu quadro pode ser facilmente revertido após alguns cuidados especiais, tratamentos, mudanças na alimentação e acompanhamento do seu médico veterinário de confiança.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre o que é a anemia canina, quais são seus principais sintomas, quais as causas mais comuns e quais os principais tratamentos para que seu cão volte a ter uma saúde de ferro. Boa leitura!

O que é a anemia canina e como ela se manifesta?

A anemia é um quadro caracterizado por uma diminuição do número de células vermelhas no sangue do nosso cão ou por uma deficiência encontrada nessas mesmas células. O quadro da anemia é caracterizado por uma fraqueza constante, perda de apetite, perda de peso, olhos, mucosas e goma pálidos, indisposição para passeios e esportes, urina mais escura, e um semblante mais triste do que o normal.

No entanto, a anemia só pode ser verificada após um exame clínico com coleta de sangue do animal. Os dois principais tipos de exames clínicos são os que avaliam a quantidade de glóbulos vermelhos por litro de sangue e os que avaliam a qualidade dos glóbulos presentes na corrente sanguínea do cão.

Quais são as principais causas do quadro de anemia em cães?

São muitas as causas de anemias caninas. Entre as principais estão: doenças do sangue, ingestão de venenos, intoxicação com plantas e flores, infestações de carrapatos, hemorragias causadas por acidentes e cirurgias, doença renal crônica e má alimentação. Antes de iniciar o tratamento, é preciso antes isolar ou tratar a causa do quadro anêmico.

Quais são os tratamentos mais comuns para cães com anemia?

A principal mudança na rotina do animal é a dieta, que vai precisar incluir vitaminas e suplementos de ferro necessários para a produção de novas células vermelhas. Um aumento do consumo de proteínas e vitamina B12 também pode ser indicado, o que pode significar que, pelo menos durante o tratamento, você tenha que cozinhar um pouco de comida caseira para complementar a ração.

No caso de anemias provocadas por hemorragias ou intoxicação e/ou envenenamento, a transfusão de sangue pode ser necessária. Já para cães que apresentam anemia como causa de glóbulos vermelhos disformes ou com má formação pode até ser indicada uma transfusão da medula óssea.

O tratamento só acaba após um exame de sangue que comprove que a concentração ou qualidade dos glóbulos vermelhos do sangue do seu cão voltaram aos padrões considerados saudáveis.

A anemia é uma doença muito séria e que pode sim comprometer a saúde do seu cão, levando-o a óbito. Por isso a importância de fazer exames regularmente e de nunca pular o check up anual com o seu médico veterinário.

Desconfiado de que seu cão pode estar sofrendo de intoxicação? Confira quais os principais sintomas da intoxicação em cães e gatos e quais são os primeiros socorros necessários aqui!

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Anemia em cães: Como lidar com a anemia do seu cão?

Anemia em cães: Como lidar com a anemia do seu cão?


Receber o diagnóstico de anemia de seu cachorro pode ser uma notícia bastante impactante. Afinal, embora seja bastante comum em crianças ou pessoas com má alimentação, nos surpreendemos como nosso pet que comeu ração durante toda a sua vida pode acabar desenvolvendo esse quadro. E muitas dúvidas sobre os tratamentos.

 

Meu cão tem anemia, e agora? Entendendo a anemia do seu cão

O primeiro passo é entender o que é o quadro de anemia e como você pode ajudar seu cão a revertê-lo. A anemia se caracteriza por uma diminuição do número de glóbulos vermelhos no sangue do seu pet. Esses glóbulos são responsáveis por uma das mais importantes funções para o seu organismo: levar moléculas de oxigênio para todas as partes do corpo!

No entanto, se os glóbulos vermelhos estão em uma quantidade mais baixa do que o normal, as trocas gasosas não acontecem na eficiência necessária, trazendo uma série de sintomas, como apatia, cansaço, falta de apetite, sono e desânimo. Além disso, a anemia prolongada por deixar seu pet doente e vulnerável à uma série de doenças oportunistas.

Isso acontece porque os glóbulos vermelhos são produzidos pelo organismo do seu cão a partir de uma série de nutrientes e, se ele estiver se alimentando mal, não terá a matéria prima suficiente para produzir novas hemácias.

O que pode causar anemia no seu cão?

Uma série de motivos pode causar anemia no seu cão. A primeira delas é a perda de sangue, que pode ocorrer devido a um acidente ou hemorragia interna. Outra causa bastante comum é se o seu cão estiver sofrendo com pulgas e carrapatos e até mesmo vermes, que sugam o sangue do pet até deixá-lo doente. Mas a causa mais comum ainda é a má nutrição, responsável direta pela falta de ferro, vitaminas e mineiras que o corpo dele precisa.

Como tratar um cão com anemia?

Caso a anemia seja muito grave e, principalmente, se for causada por grande perda de sangue, é possível que o médico veterinário indique transfusões de sangue. No caso de parasitas, o tratamento com medicamentos e vermífugos é parte fundamental do processo. E, em todos os casos, a suplementação da alimentação é indicada. Além de suplementos específicos para quadros anêmicos em cães, uma ração especial pode ser necessário, pelo menos até que o quadro seja revertido. Para alguns cães também pode ser recomendado a complementação da ração com comida caseira da melhor qualidade.

Como evitar que seu cão fique anêmico?

Visitas regulares ao veterinário são sempre indicadas. Caso perceba que seu cão está apresentando um comportamento diferente do normal, abatido, preguiçoso e sem vontade de brincar e passear, marque uma consulta o mais rápido possível e solicite exames clínicos. Os exames de sangue são os únicos que conseguem detectar com precisão a anemia canina.

A vermifugação correta e no prazo necessário e os cuidados com a alimentação do seu pet completam o pacote de cuidados necessário para que seu cão não fique anêmico, ou não recaia no quadro.

Muito mais comuns do que se imagina, cães e gatos podem acabar ingerindo alguma planta venenosa em um passeio ou no jardim e sofrerem com intoxicação. Saiba quais cuidados tomar nesses casos nesse nosso post aqui sobre o assunto.

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Ansiedade!

Ansiedade!

Cães podem desenvolver ansiedade pela ausência do dono, por barulho e falta de atividades. Esses sintomas podem ser agravados nesta quarentena e podem ser observados, desde a lambedura excessiva da pata, até falta de apetite.

A humanização dos animais, pode resultar em uma dependência emocional, contribuindo para que o pet desenvolva distúrbios, como ansiedade.

As principais causas são:
✅Falta de convívio: a maioria dos cães não possui estabilidade emocional para ficar sozinho o dia inteiro. Eles precisam de companhia, não necessariamente em tempo integral, mas, o mínimo necessário.


✅Ansiedade por barulho: nesta situação, o distúrbio surge gradualmente e vai piorando ao longo da idade do cão. Este problema pode ser agravado em casos de chuvas fortes, onde há barulhos de trovões ou por fogos de artifícios, por exemplo.
✅Falta de lazer e atividades: os cães precisam se entreter, seja por meio de caminhadas, brincadeiras com bolinhas, corridas, entre outras. Do contrário, podem desenvolver transtornos de ansiedade, pela falta de distração e aumento do tédio.

Confira algumas atitudes que podem minimizar a ansiedade em seu pet:
✅Passeie com o seu cachorro;
Dedique parte do seu tempo, dando atenção a brincadeiras variadas (bolinhas, corridas);

✅Determine a sua posição de liderança;
Ensaie as suas saídas de casa; primeiro saia por alguns minutos e depois aumente a ausência, mostrando ao cão que sempre estará de volta para a casa e que não irá abandoná-lo;

✅Estimule o comportamento calmo; quando chegar em casa, faça-o se acalmar primeiro, depois dê a atenção solicitada;
Deixe vários brinquedos na casa, para que seu cão possa brincar em sua ausência;
Converse com seu cão, isso fortalece a ligação entre animal e tutor;

✅Fale baixo com ele e agrade-o enquanto estiver calmo;

✅Se for o caso, faça um acompanhamento médico indicado, com medicamentos adequados para o tratamento dele.

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