Maltês: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Maltês: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Será que o Maltês é o cão certo para você? Essa raça adapta-se bem a espaços pequenos e pode ser uma boa opção para quem mora em apartamento.

Um cachorro dócil e que é uma das raças mais antigas do mundo, assim é o Maltês. Ele surgiu na Ilha de Malta e foi levado para a Inglaterra em meados do século XIV, tornando-se a sensação das mulheres da alta sociedade daquele país. Até hoje, o Maltês é reconhecido como um cachorro de colo, sendo uma ótima opção para pessoas e famílias que querem ter um cãozinho, mas moram em apartamento. Vamos conhecer mais dessa raça agora!

 

Informações sobre a raça

Em uma escala de 1 a 10:

 

  • Energia: 8
  • Amizade com cães e outros animais: 6
  • Guarda: 10
  • Tolerância ao calor: 5
  • Tolerância ao frio: 6
  • Apego ao dono: 6
  • Cuidados com a higiene: 6

 

Principais características do Maltês

 

O Maltês é um cachorro muito companheiro, que está sempre com seu dono. Por isso, se ele for ficar a maior parte do tempo sozinho, pode não ser a raça mais indicada para você. Ele costuma se dar bem com pessoas de todas as idades. A raça precisa se exercitar regularmente, mas algumas brincadeiras um pouco mais agitadas são suficientes. O Maltês também precisa ficar dentro de casa, mais um motivo para quem mora em apartamento investir nesse pet.

 

Doenças mais comuns

 

A saúde do Maltês normalmente é muito boa, mas ocasionalmente ele pode sofrer com uma luxação da patela, surdez, hidrocefalia ou hipoglicemia. Mas os donos não precisam ficar assustados, basta fazer um acompanhamento regular com o veterinário para se certificar de que o cão esteja sempre bem.

 

Banho e tosa

 

Por causa da pelagem clara, é comum que esse cão se suje com facilidade. Procure dar banhos rápidos e frequentes em casa mesmo, para evitar os banhos demorados e mais trabalhosos. Por ter a pele sensível, é importante usar produtos bem suaves. Em relação à tosa, é uma opção para encurtar os pelos, evitando a formação de nós.

 

Cuidados com os pelos

Procure escovar os pelos do seu Maltês diariamente, para desmanchar nós e manter uma aparência mais bonita. Para isso, use uma escova de cerdas duras e certifique-se de que toda a pelagem está totalmente seca. Comece pela cauda, passe para o corpo e deixe a cabeça por último.

 

Filhote: como cuidar

 

Mantenha o filhote dentro de casa e sempre limpinho, porque isso pode evitar muitas doenças. Não o deixe nunca sozinho e acompanhe a vacinação, para que ela esteja sempre em dia. O Maltês é carinhoso e tranquilo, por isso, não será muito difícil cuidar bem dele.

 

Alimentação

 

Invista em rações balanceadas, que possuem todos os nutrientes necessários. Ela deve ser úmida até dois meses e pode ser seca depois. Ele pode comer à vontade enquanto filhote, mas a partir dos três meses, é importante tirar a ração depois de ter comido o suficiente.

 

Filhote: como adestrar

 

Adestrá-lo não é tarefa fácil, já que a raça ocupa a 59ª posição no ranking de inteligência canina. É preciso ter muita paciência para educá-lo e ensinar truques é ainda mais difícil.

 

Filhote: preços

 

Um filhote de Maltês custa entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

 

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Meu gato está com dermatite e agora?

Meu gato está com dermatite e agora?


Lesões na pele, coceiras, queda dos pelos, descamações ou cor avermelhada e muitas lambidas? Se gato pode estar com algum tipo de dermatite!

Dermatites são muitos comuns em gatos, mas podem ter uma série de agentes causadores diferentes. Para um diagnóstico correto é preciso saber qual a dermatite que está causando desconforto no seu pet e quais os melhores tratamentos para ela.

Dermatite miliar em gatos

A dermatite miliar de gatos é o nome dado a um tipo de reação alérgica cutânea que pode ser desenvolvida a partir do contato ou ingestão de algum composto. Alguns gatos desenvolvem as dermatites por contato com produtos de limpeza e plantas venenosas, devido a picadas de insetos, ou mesmo por causa da ingestão de algum tipo de alimento. No entanto, a causa mais comum dessa dermatite de gatos são as picadas de pulgas.

A dermatite miliar é caracterizada por eczemas, ou lesões duras, que chegam a formar cascas. Essas lesões podem atingir pequenos pontos da pele ou mesmo regiões maiores, causando muita coceira e desconforto. O local mais comum para o aparecimento das lesões é na base da calda, principalmente na dermatite causada por pulgas, mas o rosto também é outro local atingido, embora causadas por outro agente: ácaros. A micose também pode ser outro agente causador, e um veterinário é o único que vai conseguir diagnosticar o seu gato e descobrir as causas de sua dermatite.

Diagnóstico e tratamento da dermatite miliar

Os exames mais comuns realizados pelo veterinário são os parasitológicos de escamas e/ou raspado cutâneo e o tricograma, que vai analisar a pele descamada e os pelos da região a fim de conseguir identificar o agente causador.

No tratamento, o médico veterinário pode pedir medicamentos antialérgicos, como os corticoides e histamínicos, controle de pulgas, antifúngicos ou antibacterianos, de acordo com o caso. Caso a reação alérgica seja causada por algum alimento, é preciso uma dieta de eliminação até ser possível identificar qual alimento está gerando a alergia.

Em todos os casos, cremes e shampoos cicatrizantes e que limpam a pele e aliviam a coceira fazem parte do tratamento.

Dermatite psicogênica de gatos

A dermatite psicogênica é uma condição cutânea causada pelo excesso de lambidas. Comum em gatos que fica muitas horas sozinhos em casa sem companhia ou que passaram por uma mudança brusca de rotina, essa dermatite tem um fundo emocional muito forte, podendo ser sintoma de estresse e até mesmo de depressão.

Quando apresentam esse comportamento, os gatos que sofrem de dermatite psicogênica lambem alguma parte do corpo excessivamente, principalmente os membros anteriores e posteriores, podendo causar a perda de pelos e até mesmo abrir feridas. Também é comum que eles mordam o mesmo local com frequência. Nesse ambiente propício, algumas outras dermatites podem aparecer em decorrência da ferida aberta, como as bacterianas.

Diagnóstico e tratamento da dermatite psicogênica

Para o diagnóstico correto da dermatite psicogênica é importante que o médico veterinário entenda todo o contexto comportamental e ambiental do seu gato, de forma a entender o que pode ter causado esse comportamento. Os tutores são parte essencial do processo, pois são responsáveis por identificar se o seu pet anda lambendo e mordendo a região afetada mais do que seria o normal.

Após o diagnóstico, é essencial que o profissional indique algumas terapias comportamentais, incluindo o uso de florais ou tratamentos alternativos, de modo a combater o estresse, a ansiedade e/ou a depressão. Antibióticos podem ser receitamos para cura dermatites secundárias no seu gato.

Tem um gatinho em casa? Confira o guia especial que a Bicho Maps preparou ensinando como cuidar de gatos filhotes!

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Meu pet comeu plantas venenosas! E agora?

Meu pet comeu plantas venenosas! E agora?


Cães e gatos têm o hábito de conhecer o mundo que os cerca pelo seu cheiro e sabor. Não é à toa que os tutores precisam, constantemente, correr para tirar algum objeto indevido da boca dos seus pets.

No caso das plantas, são diversos os motivos que fazem os pets decidirem jantá-las. Eles podem fazer isso por tédio, por confundirem com outras plantas que costumam comer para aliviar incômodos estomacais, ou porque querem brincar no quintal, mordendo vasos e revirando a terra.

Os filhotes são, em geral, mais propensos à ingestão de plantas devido ao comportamento típico da sua idade, e os cães também costumam se envolver mais em acidentes de ingestão de plantas venenosas do que gatos.

Seja qual for o motivo que leva o seu pet a comer suas plantas, saiba que essa prática pode ser extremamente perigosa para sua saúde, podendo até levar ao óbito. Por isso, três pontos são importantes para toda família que possui cães e gatos: prevenção, primeiros socorros e conhecimento.

No artigo de hoje, vamos mostrar quais são os primeiros sintomas de intoxicação por plantas venenosas, quais são as espécies mais comuns no Brasil de plantas venenosas para os animais domésticos, e como você pode prevenir acidentes do tipo com o seu pet. Acompanhe!

Plantas venenosas: o perigo pode estra dentro da nossa casa!

Plantas decorativas, ornamentais ou comumente utilizadas para compor jardins, não são tão inofensivas quanto podem parecem à primeira vista. Embora bonitas, algumas espécies são muito perigosas e, por isso, não devem jamais ser colocadas em ambientes por onde seus pets circulam.

É importante não apenas realizar uma checagem de toda a casa à procura das espécies listadas abaixo, mas levar a lista consigo na hora de visitar uma flora para adquirir novos vasos!

  • Comigo-Ninguém-Pode;
  • Cebolinha;
  • Arruda;
  • Azaléia;
  • Fícus;
  • Lírios;
  • Mamona;
  • Orquídeas;
  • Samambaia;
  • Copo-de-Leite;
  • Espada-de-São-Jorge;
  • Costela-de-Adão;
  • Espirradeira;
  • Tulipa;
  • Aloe Vera (Babosa);
  • Bico-de-Papagaio;
  • Entre outras.

ATENÇÃO: as plantas a seguir são as mais perigosas, pois podem causar morte súbita: Erva-de-rato, Vernônia, Cipó-prata e Ximbuva.

Principais sintomas de ingestão de plantas tóxicas por pets

A forma mais simples de identificar que seu pet ingeriu uma planta tóxica é observando seu estado de saúde. Fique atento aos primeiros sinais de intoxicação e, se observar qualquer comportamento diferente do comum, procure um médico veterinário imediatamente.

  • Edema nos lábios ou língua;
  • Espirros;
  • Irritação na boca;
  • Inchaço das pálpebras;
  • Dores abdominais;
  • Dificuldades respiratórias;
  • Diarreia;
  • Dermatite;
  • Falta de coordenação motora;
  • Vômitos (principalmente com sangue);
  • Espasmos e tremores;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Fadiga e letargia;
  • Sensação de queimação e coceira intensas;
  • Olhos lacrimejantes;
  • Bocejo excessivo;
  • Convulsões.

O que fazer caso seu pet tenha ingerido uma planta tóxica?

Atenção aos primeiros cuidados que devem ser tomados com o seu pet em um caso de suspeita de envenenamento por plantas tóxicas:

  • Lave a boca do seu animal com água em abundância;

 

  • Ligue imediatamente para o hospital ou clínica veterinária mais próxima e os avise que você está chegando com um animal intoxicado. Essa medida é importante pois é preciso que sejam preparados quaisquer procedimentos necessários o mais rápido possível, como a lavagem gástrica;

 

  • É muito importante conseguir identificar a planta ingerida para acelerar o diagnóstico. Recolha partes da planta ou amostras do vômito ou das fezes do animal;

 

  • Não induza o vômito e nem dê remédios por conta própria;

 

  • Não faça o seu pet ingerir nenhum tipo de alimento ou líquido (como o leite, muito usado em casos de envenenamento de humanos).

Como proteger seu pet de plantas tóxicas?

Não importa o local onde as plantas serão colocadas na sua casa, elas nunca estarão à uma distância segura do seu pet. Por isso, é importante seguir as seguintes precauções:

  • Mantenha um kit de primeiros socorros do seu pet ao alcance de todos;
  • Verifique cada espécie de planta da sua casa. Caso alguma dela seja tóxica, substitua por outra espécie;
  • Verifique se alguma planta da lista se encontra na propriedade da sua casa de campo e / ou de praia;
  • Sempre fiquei de olho no seu pet em ambientes abertos, como parques, praças e áreas verdes;
  • Sempre que não puder identificar algo que seu pet está mastigando vale a pena retirá-lo da boca do animal por precaução.

É importante também sempre checar com seu veterinário de confiança sobre espécies que você está em dúvida sobre sua toxicidade ou sobre os primeiros socorros mais indicados para a raça do seu cão ou gato.

Tem cachorros em casa? Saiba como socorrer o animal em caso de queimaduras em nosso artigo especial sobre o tema!

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Meu pet se machucou e agora?

Meu pet se machucou e agora?


Pequenos machucados e ferimentos mais sérios são muito comuns com as estripulias que nossos pets fazem todos os dias, e é preciso que estejamos preparados para caso precisemos lidar com uma emergência e dar os primeiros cuidados antes de levar nosso cão ou gato a um veterinário. Duas coisas são importantes nesses momentos: identificar o que causou o machucado do seu pet e saber quais os primeiros socorros para cada tipo de machucado.

Como cuidar de machucados de cães e gatos?

No artigo de hoje vamos falar de três tipos de machucados mais comuns em pets: arranhões e ferimentos, queimaduras e fraturas. Acompanhe!

Primeiros socorros para arranhões e ferimentos em pets

O primeiro passo é lavar o local machucado com soro fisiológico e pressionar uma gaze até que o sangramento estanque. Em seguida, avalie se o machucado vai precisar ou não de pontos. Caso não seja necessário, corte os pelos ao redor do machucado, passe uma loção antisséptica para limpar o local e, em seguida, um gel cicatrizante para pets. Feche com um curativo feito com gaze limpa e fita. Caso o ferimento não pare de sangrar ou você veja que ele precise de pontos, estanque o local com gaze limpa e leve seu pet para um hospital veterinário o quanto antes.

É preciso sempre ficar atento caso o ferimento fique muito vermelho, coce ou seu pet apresente algum sinal de inflamação ou infecção, como febre. Em caso positivo, leve-o para um veterinário assim que possível.

Primeiros socorros para queimaduras em pets

O primeiro cuidado após uma queimadura é lavar o local com água em abundância, principalmente se a queimadura foi causada por uma substância, para limpar a ferida completamente. De preferência, use água ou soro fisiológico gelado, pois ajudam a baixar a temperatura da pele do seu pet. Se avaliar que a queimadura é de primeiro ou segundos graus, ou seja, se a pele estiver vermelha e apresentar bolhas, cubra o local com gaze estéril ou com um pano limpo e seco que não solte fiapos, faça um curativo e prenda com um pedaço de fita adesiva.

Primeiros socorros para fraturas de pets

Caso seu pet caia no chão ou tenha sido atropelado, ou não consiga se levantar ou chore muito de dor, é possível que ele tenha quebrado algum osso do corpo. Aqui é importante nunca – e em hipótese alguma – pegar no membro machucado ou tentar colocar o osso no lugar. O que precisa ser feito é uma maca improvisada de material duro, como um pedaço de madeira, ou tampo de mesa, e gentilmente colocar o seu pet em cima dela. Em seguida, abaixe os bancos do carro e coloque a maca na horizontal, sem grandes movimentações. O seu pet precisará ser levado a um hospital veterinário o mais rápido possível para raios-X, gesso e, possivelmente, uma cirurgia. A cirurgia pode ser necessária caso o seu pet apresente uma hemorragia interna, caso que só um médico veterinário pode avaliar.

Caso ele esteja com uma hemorragia visível, é preciso pressionar com cuidado, mas firmemente, o local com um pano limpo ou gaze, até chegar ao veterinário.

Para que você dê os primeiros cuidados adequados para o seu pet, é de extrema importância manter um kit de primeiros socorros pet em casa. Para saber como montar um, acesso no artigo que mostra os 10 itens que não podem faltar no seu kit de primeiros socorros para pets!

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Homeopatia na Veterinária

Homeopatia na Veterinária


A homeopatia na veterinária tem se transformado em uma prática muito comum adotada por quem ama os seus animaizinhos de estimação.

E, indicações para a homeopatia, bem como vantagens de adotar essa e tantas outras terapias alternativas, como a acupuntura veterinária, inclusive, não faltam! Afinal de contas, a homeopatia tem se popularizado por conta de sua eficácia comprovada para prevenir e tratar os mais variados sintomas.

Por isso, que tal conhecer um pouquinho mais a respeito da homeopatia veterinária, e as principais indicações de uso dessa terapia para aliviar alguns dos males mais comuns que acometem o seu companheiro canino? Confira, no nosso post de hoje!

O que é homeopatia

Embora seja uma técnica utilizada há muitos e muitos anos, a homeopatia começou a vencer mitos e resistências referentes à sua eficácia recentemente.

Afinal de contas, há uma natural desconfiança a respeito dos benefícios terapêuticos dela, uma vez que existe toda uma indústria farmacêutica por trás do tratamento e cura dos males que acometem a humanidade e os nossos queridos animais.

Mas, atualmente, isso são águas passadas.

A homeopatia se mostrou cientificamente eficaz e providencial — até mesmo para complementar tratamentos convencionais. Daí, não tardou para que o segmento pet também se atentasse ao uso da homeopatia veterinária.

Fica a dúvida, entretanto: afinal de contas, o que é a homeopatia?

O seu princípio está associado à Lei dos Semelhantes, cuja menção inicial foi feita por Hipócrates, no longínquo ano de 450 a.C., uma lei definida pelo seguinte conceito: os semelhantes se curam pelos semelhantes.

Isso quer dizer que, para tratar alguém adoecido, é necessário aplicar aquilo que produziria os mesmos sintomas em alguém sadio, mas em proporções ínfimas e a partir de substâncias extraídas da própria natureza (como vegetais e minerais, por exemplo).

Assim, o corpo é estimulado a reagir contra esses determinados sintomas a partir da simulação que tais substâncias causam no corpo da pessoa sadia.

No caso da homeopatia veterinária, a lógica é a mesma. Não à toa, as aplicações da homeopatia no tratamento e prevenção de doenças dos nossos estimados animaizinhos de estimação são bastante amplas. Vamos ver quais são as principais?

Problemas tratados com a homeopatia veterinária

Embora muitos problemas necessitem do diagnóstico e tratamento veterinário convencional, como a anemia canina, por exemplo, a homeopatia veterinária tem sido de grande auxílio para contribuir com o processo de cura dos bichinhos.

Assim, convém a indicação profissional da homeopatia, cuja aplicação oferece riscos baixíssimos — e analisados caso a caso — e pode ajudar a devolver o ânimo para o cãozinho.

Pensando nisso, listamos, logo abaixo, alguns dos principais sintomas dos quais a homeopatia veterinária tem sido amplamente utilizada, com resultados satisfatórios!

  • Automutilação;
  • Casos de distúrbios psicológicos, como a ansiedade de separação;
  • Comportamento irrepreensível, como a destruição de objetos e a urina por submissão;
  • Condições cardiorespiratórias;
  • Dermatites e outros casos de sensibilidade (em especial, a alimentar);
  • Diabetes mellitus;
  • Distúrbios hepáticos ou renais;
  • Doenças infecciosas;
  • Epilepsia;
  • Fobias diversas;
  • Hábitos impróprios, como urinar em locais impróprios;
  • Mudança brusca comportamental, como agressividade, por exemplo;
  • Quando o cãozinho tem o hábito de ingerir as próprias fezes (coprofagia).

Entre muitos outros casos. Deu para perceber que a homeopatia veterinária pode ajudar bastante na prevenção e no tratamento de diversos sintomas, não é mesmo?

Mas, que fique um alerta: a homeopatia não é uma substituição do tratamento convencional. Ela pode ser encarada como uma terapia complementar, principalmente em casos graves, diante da necessidade de intervenções cirúrgicas.

Consulte sempre o seu veterinário e nunca realize qualquer tipo de tratamento no seu cãozinho sem o conhecimento profissional dele.

Saiba mais sobre a homeopatia veterinária

E então, que tal a possibilidade de oferecer ao seu amigão de quatro patas um tratamento mais natural e que pode agilizar o processo de cura de diversos tratamentos, além do fato de poder prevenir uma série de outros sintomas?

Informe-se com o seu veterinário e descubra como a homeopatia veterinária pode ser o elemento que faltava para trazer mais qualidade de vida e bem-estar ao seu cãozinho de estimação.

E, como estamos falando em oferecer o melhor cuidado para os seus animaizinhos, que tal conferir como você também pode ser o pivô na prevenção e tratamento de sintomas no seu cãozinho conferindo o nosso artigo sobre como limpar os olhos do seu pet?

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HOSPEDAGEM DOMICILIAR: é a melhor opção para o seu pet?

HOSPEDAGEM DOMICILIAR: é a melhor opção para o seu pet?


Quando um peludo faz parte de uma família, os planos de férias e até mesmo viagens a trabalho, envolvem o planejamento do bem estar do pet. No caso das férias, muitas vezes é possível planejar a viajem com o pet junto, mas e quando o local não aceita animais ou a viagem é a trabalho e a casa ficará sem ninguém? Atualmente os tutores podem contar com a ajuda de dois tipos de hospedagem: em hotel específico para animais e hospedagem domiciliar.

Para você avaliar qual é a melhor opção para o seu pet, a seguir descrevemos as características dos dois tipos de hospedagem como as diferenças de estrutura, ambiente e cuidados gerais.

A estrutura dos hotéis para cachorro pode ser bem variada dependendo das atividades complementares oferecidas, mas todas partem do padrão da divisão do espaço por baias, funcionando como dormitórios individuais ou coletivos. E é nesses espaços que o peludo ficará acomodado quando não estiver em alguma atividade assistida. Mesmo com todo o cuidado e atenção que a equipe do hotel possa oferecer, o pet passará períodos do dia sozinho. Outro fator a observar é a mudança de rotina e a dinâmica de socialização, pois assim como nós humanos, os cachorros possuem uma personalidade própria e tem suas preferências. Para alguns cães, a alteração da rotina é tranquila e estar em um ambiente cheio de outros peludos, é divertido, estimulante e resulta em bem estar. No entanto, outros cachorros precisam da manutenção da rotina e não conseguem aproveitar o ambiente mais movimentado com outros cães e ficam mais estressados, cansados e não se beneficiam.

Na hospedagem domiciliar, o local é um lar com as características e ambiente que o cachorro está habituado: cuidados exclusivos, ambientes de sala, quartos e em alguns casos até quintal. A proposta principal na hospedagem domiciliar é proporcionar ao pet a mesma realidade e ambientação que ele está acostumado, ou seja, para o período de estadia é indicado fazer a malinha do pet com tudo o que ele precisa como a caminha, brinquedos, ração, petiscos e o que mais achar necessário, além de combinar com o anfitrião a rotina que ele está habituado. Estando em um ambiente familiar, o anfitrião consegue reproduzir a mesma rotina que o cachorro tem em seu lar como caminhadas, se gosta de socializar com outros cães, tudo dentro do habitual para ele.

Nos dois casos, o valor estabelecido é por diária e obedece a mesma regra de horário para entrada e saída que os hotéis para humanos. Dependendo do período, tanto hotelzinho como na hospedagem domiciliar, o tutor consegue fechar pacote e ganha desconto.

Agora que você tem esse comparativo, fica mais fácil decidir a hospedagem que vai proporciona a ele, todo o conforto, carinho e atenção que está acostumado.

E se você está planejando uma viagem de férias e tem a possibilidade de levar o seu cachorro junto, temos um artigo com dicas sobre os cuidados que podem evitar que o pet sofra com enjoos durante a viagem de carro.

Gostou deste artigo e acha que pode ajudar alguém a tomar uma melhor decisão de onde deixar o pet enquanto viaja? Não deixe de compartilhar!

 

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Hospital Veterinário: O Contexto Ideal Para Cuidar Do Seu Melhor Amigo

Hospital Veterinário: O Contexto Ideal Para Cuidar Do Seu Melhor Amigo


Você já pensou o que fazer se seu amigo de patas precisar de ajuda em domingos, feriados ou de madrugada?

A saúde e bem estar de seu animal vai muito além de vacinas. Com o avanço da Medicina Veterinária e os cuidados cada vez maiores com os animais, alguns profissionais desta área estão preocupados em oferecer o melhor para seus pacientes.

Daí, a importância de poder contar com Hospitais Veterinários 24 horas que possuem equipe médica altamente qualificada, equipamentos de última geração e serviço completo de atendimento clínico ambulatorial, cirúrgico e emergencial.

Assim, você terá a oportunidade de tratar seu animal em um só lugar, além da comodidade de não precisar se deslocar a centros de diagnóstico para realização de exames convencionais e de rotina. Além disso, muitas vezes o paciente encontra-se convalescente sendo contra indicado seu transporte de um local para outro, podendo acarretar piora do seu quadro clínico.

Conforme a necessidade do animal, o Hospital Veterinário dispõe de infra-estrutura completa para intervenções cirúrgicas, internações e outros serviços emergenciais para um diagnóstico precoce e início de tratamento imediato.

Para maior segurança dos pacientes, hoje em dia, durante um procedimento cirúrgico é imprescindível a utilização de anestesia inalatória, monitoração da frequência cardíaca, freqüência respiratória, temperatura, saturação de oxigênio e pressão arterial não invasiva ou invasiva. Muitas vezes, também é necessário o uso de ventilação controlada (possível apenas com aparelho de anestesia inalatória) e monitoração através de capnografia (análise do fluxo de gases respiratórios), procedimentos que só serão possíveis em Hospitais Veterinários 24 horas.

Do mesmo modo que na Medicina Humana, não podemos nos esquecer da Medicina Veterinária Preventiva que contempla desde vacinas, orientações adequadas ao proprietário que acaba de adquirir um filhote, até cirurgias eletivas que determinam prevenção de algumas doenças.

É importante que o proprietário seja acolhido por uma equipe eficiente que vai orientá-lo e tratar de seu animal com uma dedicação diferenciada.

Os médicos veterinários, cientes do avanço da área, estão cada vez mais atentos às especializações com o objetivo de um atendimento específico em determinado segmento e melhor qualidade do mesmo. Por este motivo, os grandes Hospitais Veterinários possuem uma equipe de especialistas habilitados para o diagnóstico e tratamento de muitas afecções anteriormente desconhecidas e/ou não tratáveis que acometem cãs e gatos, e atendimento clínico de animais silvestres.

Além da segurança e facilidade oferecida aos proprietários, muitos colegas médicos veterinários dedicados à sua tarefa de melhor atender seus pacientes, encaminham os mesmos para o Hospital Veterinário com objetivo de internação temporária, muitas vezes noturna, para complementar o tratamento e zelar pela recuperação adequada do seu paciente.

No que concerne aos serviços de Banho e Tosa, é recomendado que os proprietários fiquem atentos às instalações e higiene do local, além de manejo adequado com o animal por parte dos profissionais de estética canina. Este serviço deve apresentar um padrão de qualidade e ética em acordo com o funcionamento de um Hospital Veterinário.

Considerando todos estes aspectos, criou-se um contexto ideal para cuidar da saúde e bem-estar dos nossos melhores amigos com tranqüilidade e segurança na medida certa e em um só lugar.

CUIDE COM CARINHO E RESPONSABILIDADE DE QUEM VOCÊ AMA E SEJA MAIS FELIZ!!!

Dra Patrícia Moraes

Hospital Veterinário Paes de Barros

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Hotéis e pousadas que aceitam animais de estimação

Hotéis e pousadas que aceitam animais de estimação


Quem tem animal de estimação sabe o quanto uma viagem com pet pode ser mais complicada do que com filhos. Primeiro, porque não é todo local que aceita bichos. Segundo, porque deixar seu bichinho para trás vai cortar seu coração. Ver aqueles olhinhos pedindo para você ficar (porque eles realmente parecem sentir que estamos prestes a deixá-los) não faz bem para ninguém. Embora a presença de animais seja bastante tolerada em algumas partes do mundo, como na Europa, aqui no Brasil ainda são poucos os hotéis e pousadas que aceitam animais. Mas o quadro está mudando: há mais famílias com cachorro do que com filhos segundo o IBGE. Esse número está forçando mais empresários do setor hoteleiro a permitirem animais. De acordo com o site Turismo 4 Patas, a oferta desse tipo de estabelecimento cresceu 35% nos últimos cinco anos.

Os hotéis e pousadas não só aceitam animais como estão apostando em diferenciais. Há opções que incluem biscoitos caninos no lobby, kit de boas vindas, piscina e até playground. Em alguns países europeus, cachorros pode até entrar em restaurante. Enquanto ainda não temos estrutura ou tolerância para isso, os donos de pets podem optar por hospedagens e locais chamados de “pet friendly”, ou seja estabelecimentos que se consideram amigáveis com animais. Que tal da próxima vez que viajar levar seu animal de estimação junto em vez de deixá-lo em um hotel para cachorro?

Como escolher hotéis e pousadas para animais de estimação?

Alguns hotéis aceitam animais, mas apenas em canil, enquanto outros permitem que o cão fique no quarto. A maioria cobra uma taxa para que seu animalzinho possa permanecer no hotel. Por isso, pergunte as seguintes condições antes de reservar:

  • Áreas de livre circulação: o pet pode ir na área da piscina? E no jardim?

  • Condições para hospedagem: o animal de estimação pode ficar sozinho no quarto?

  • Local para o animal dormir: é em canil ou no quarto? Há um limite de porte e ou peso?

  • Avisos: uma placa indicativa no hotel de que animais são permitidos é essencial para evitar problemas com outros hóspedes.

Hotéis e pousadas que aceitam animais

  • Interior

– Brotas Eco Resort (Brotas)

Diária do pet: 80 reais

Regras: o animal não pode circular nas áreas da piscina, ginásio e restaurante. Há ainda a opção deixá-lo num canil coletivo. Aceita apenas cachorros de pequeno porte.

– Home Green Home (Campos do Jordão)

Diária do pet: cortesia

Regras: Nas áreas sociais, deve estar sempre no colo. A entrada de pets é proibida no restaurante e no bar. Aceita apenas cachorros de pequeno porte.

– Hotel Fazenda Campo dos Sonhos (Socorro)

Diária do pet: cortesia

Regras: o hotel tem seis quartos com canis acoplados.

– Ronco do Bugio (Piedade)

Diária do pet: 80 reais (taxa única para o período)

Regras: No restaurante, há uma área reservada para hóspedes com pets, que devem estar sempre na guia.

– Surya-Pan (Campos do Jordão)

Diária do pet: 50 reais

Regras: Com exceção do salão do café da manhã, o animal pode acompanhar o dono, mas deve estar sempre na guia.

  • Litoral

– Pousada Azul Maria (Baleia, São Sebastião)

Diária do pet: cortesia

Regras: aceita apenas cachorros de pequeno porte. Podem circular na piscina e demais áreas comuns do hotel.

– Pousada Pura Vida (Maresias, São Sebastião)

Diária do pet: 15 reais

Regras: A entrada de pets não é permitida no restaurante, mas há a opção de tomar café na área da piscina com o cão ao lado.

La Luna Residencial (Bombinhas, SC)

Diária do pet: cortesia

Regras: aceita gatos e cães de pequeno porte; na baixa temporada, aceita os de médio porte. Podem passear e brincar nos jardins do hotel

Village Praia do Rosa (Imbituba, SC)

Diária do pet: R$ 25,00. Taxa de higienização: R$ 100

Regras: aceita cães e gatos até 15 kg. Em áreas comuns, o pet so pode ser transportado no colo.

+Dica bônus

Mesmo perguntando aos recepcionistas dos hotéis e pousadas que aceitam animais, é normal ficar com aquela pulga atrás da orelha. Hoje em dia, no entanto, é só ter acesso à internet que você pode consultar facilmente recomendações de outros donos de pets que passaram pelo estabelecimento. Outra dica é procurar pela certificação profissional “pet friendly”. Para isso, você pode acessar sites especializados, como Turismo 4 Patas, que possui uma plataforma de classificação de meios de hospedagem pet friendly, o T4P Classificação. O sistema certamente vai ajudar na hora de decidir. O site Booking também oferece uma opção para buscar hotéis que aceitam animais de estimação. É só procurar na aba “comodidades”.

Tem alguma dica de hotéis e pousadas que aceitam animais? Compartilhe com os leitores do blog que pretendem levar seus mascotes na próxima viagem!

Veja também em nossa página a lista de empresas de hospedagem para seu pet

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Jack Russel Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro

Jack Russel Terrier: Absolutamente tudo sobre a raça desse cachorro


Será que o Jack Russel Terrier é o cão certo para você? Essa raça adapta-se bem a espaços pequenos e pode ser uma boa opção para quem mora em apartamento, portanto é um cão muito ativo.

Raça Jack Russel Terrier

 

Informações da raça Jack Russel Terrier

Origem: Grã-Bretanha

Altura: 25 a 26 cm

Peso: 4 a 7 kg

Cores: branco com mancha preta, castanho

Expectativa de vida: 13 anos

Personalidade: manso, leal, atento, afetuoso

Relação com crianças: boa

Relação com cães: ruim

Competência: companheiro, amigável, atento

Necessidade de espaço: Locais grandes para que possa correr e brincar

 

Principais características do Jack Russel Terrier

Os Jack Russel Terrier são bons caçadores de raposas. A raça se origina da Inglaterra há centenas de anos.

 

Seu surgimento foi pensado justamente para que caçasse animais selvagens mais ao sul do território inglês.

 

A condição física do Jack Russel Terrier é apropriada para pessoas agitadas. Além de ser muito ativo, outra característica que faz dele um cão hábil é a sua inteligência.

 

Embora seja um cão de simples aparência, de pequeno porte, o ambiente no qual ele se dá bem deve ser amplo, ou seja, apartamentos não são adequados para esta raça.

 

Indivíduos que jamais tiveram este tipo de raça devem buscar orientações profissionais para lidar com o temperamento energético do Jack Russel Terrier, já que esporadicamente ele apresenta teimosias, que podem ser corrigidas quando em fase de crescimento.

 

A dedicação e a atenção que o dono deve dar à raça são indispensáveis, uma vez que seu jeito agitado requer um pouco de paciência para os gastos de energias físicas do animal de estimação e tê-lo como companhia é algo bastante divertido.

 

O fato de ser um cão de caça, sua relação com outros cães não é tão amigável. O estranhamento é uma característica que o acompanha, já que sua genética alfa estabelece imposições de superioridade para com outros animais, podendo resultar em sérios problemas, caso outro animal de estimação também esteja no mesmo local que o Jack Russel Terrier.

 

Doenças comuns no Jack Russel Terrier

Há certos tipos de doenças às quais o Jack Russel Terrier está predisposto, porém muitas são evitáveis, desde que haja um acompanhamento veterinário. Algumas doenças são:

  • Doença de V Williebrand (que é uma deficiência de coagulação sanguínea);
  • Epilepsia;
  • Dermatites e eczemas;
  • Surdez;
  • Problemas oculares.

Banho e tosa no Jack Russel Terrier

O pelo do Jack Russel Terrier não sofre com água, ou seja, mesmo que ele tome banho não haverá alterações na pelagem do animal de estimação, justamente porque os três tipos de cores dos pelos são duros e resistentes à água.

 

O banho e a tosa não precisam ser realizados com frequência, já que o Jack Russel Terrier está predisposto à dermatite, ou seja, a inflamação de pele que contribui para a queda de pelo.

 

Cuidados com os pelos do Jack Russel Terrier

A queda de pelos existe e a melhor forma de controlar esta questão é através da escovação, que deve ser realizada três vezes por semana. Além da pelagem dura, a raça também pode apresentar pelos macios e crespos e para cada situação o cuidado deve ser realizado de forma diferente.

 

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Preços dos filhotes do Jack Russel Terrier

O preço mínimo é R$ 3.000,00 e pode chegar até a R$ 4.500,00, no máximo.

 

 

 

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